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28 de maio de 2017

OPERAÇÃO PENTE FINO NO CERESP DA GAMELEIRA PELO MPMG. SERIA AMADORISMO OU JOGADA POLITICA?



         Habitualmente assistimos nos noticiários e matérias em vários portais de noticias, operações conjuntas do Ministério Publico Federal junto a Policia Federal em Curitiba e no Brasil sob a autorização do Juiz Sergio Moro, conhecidas mais como desmembramentos da OPERAÇÃO LAVA JATO. Mas o que se tem em comparação a operação executada no CERESP  DA GAMELEIRA e as ocorridas na LAVA JATO? Vejamos: o rito principal “inteligência”, isso mesmo, nas operação coordenadas pelos procuradores de Curitiba, trabalharam com informações consistentes, alvos certeiros, materialidade de fato do delito cometido, enfim não denegriram instituição e sim os que realmente cometeram crimes e o que assistimos no dia 25 de maio de 2017, na Operação Conjunta do Ministério Público de Minas Gerais, foi uma generalização total de uma classe trabalhadora que infelizmente com já se torna estereotipo de alguns, digo de alguns promotores de Direitos Humanos que todo Agente de Segurança Penitenciário é um “BANDIDO TORTURADOR”, sem analisar o real potencial deste profissionais, que no dia-a-dia, além de manter a ordem e disciplina nas unidades prisionais também ressocializa senhores promotores, mas voltado ao antigo pensamento de para algubs o Agente Penitenciário é UM CAPITÃO DO MATO (pretendiam impedir fugas das fazendas e também impor o medo nos escravos caso tivessem interesse em fugir de seus cativeiros.), por isso tem que se expedir mandado coletivo de busca e apreensão, pois a sociedade não vai se importar, somos promotores de Direitos Humanos. Mas eu indago algumas  perguntas, depois de uma desastrosa operação utilizando um forte aparato da nossa tão respeitosa e profissional que se destaca muitos anos pela sua atuação profissional e comprometida com a sociedade mineira, a POLICIA MILITAR, que estava cumprindo ordens, claro “ordens judiciais não se discute se cumpre”, falas de grandes juristas brasileiros. Faço poucos questionamentos vitais e obvios para profissionais atuantes no âmbito dos Direitos Humanos, que talvez não terei respostas e muito menos outros Agentes:


Policiais na entrada do Ceresp Gameleira, na Região Oeste de Belo Horizonte (foto: Paulo Filgueiras/EM/DA Press
1º - Teria o Ministério Publico, buscado informações com a própria da SEAP em conjunto com a Corregedoria, inteligência Priasional e em conjunto com a da Policia Civil e também da Policia Militar para verificar quem realmente são os Agentes de Segurança Penitenciários que estariam executando crimes no CERESP da GAMELEIRA ou seria menos trabalhoso e viável generalizar todos os profissionais que prestam serviços nesta Unidade Prisional? Já pensou se isso vira moda??? Vai ter muitas unidades com intervenção parecidas então?
2º - Haveria realmente somente o interesse em prender Agentes que estariam cometendo desvios de conduta ou na realidade “CHAMAR ATENÇÃO DA IMPRENSA E DO PAÍS” da desorganização de uma segunda maior força de segurança do Estado de Minas Gerais, isso em números estamos apenas atrás da Policia Miliar. Seria um intuito interno de alguém ou de um pequeno grupo na Cúpula da SEAP, já que dias antes foi pedido a demissão do Secretário Adjunto, Dr. Robson Lucas da Silva sem explicação para a classe profissional que o tanto respeita e tem conhecimento de sua busca pela humanização e qualificação junto ao Secretario o Dr. Francisco Kupidlowski, que em áudio circulados nos grupos sociais versando a humanização e qualificação do Agente de Segurança Prisional, que sempre demonstrou atenção para nossa classe, assim como seu subsecretario Dr. Washington Clark, a subsecretária de Humanização do Atendimento, Emília Castilho; o subsecretário de Gestão Administrativa, Logística e Tecnologia, Wilson Gomes e a corregedora da SEAP, Katiúscia Fernandes e não esquecer claro da nossa Superintendente de Segurança Dra. SARA SIMÔES, que veementemente tema atuado de forma profissional e dedicação pessoal, porque digo dedicação pessoal? Quando atendido com muita atenção e respeito em seu gabinete, ela me disse uma frase que me trouxe muita satisfação e nunca teria escutado de muitos em seu patamar dentro da alta cúpula da SEAP, tais falas foi:  “Sei do que se passa num pavilhão de presidio, e reconheço as dificuldades e estarei buscando o melhor nesta nova pasta para melhorar a vida dos nossos colegas de trabalho. Estou como Superintendente, mas sou Agente de Segurança Penitenciaria”.
         3a - Tratar com dignidade, respeito, defender a ampla e contraditória defesa do cidadão brasileiro seria atos de DIREITOS HUMANOS, defenda também senhores promotores os direitos dos Agentes Penitenciários trabalhadores e não nos generalizem com o pensamento condenatória sem avaliar as consequências que pode gerar uma operação orquestrada para a imprensa geral. Queremos respeito e isso é o principal papel de uma instituição que defende legalmente a imparcialidade e dignidade humana, senhores promotores de Direitos Humanos. 
Entretanto me pergunto caros colegas com toda essa equipe que citei que compõem a SEAP, onde estamos vendo atitudes dignas de uma verdadeira limpeza no sistema nas publicações no próprio IOF,  de portarias de investigações coordenados pela Dra Corregedora e exonerações de gestores ditadores, como vimos recentemente esta semana, em qual seria o verdadeiro interesse dos olofotes da imprensa ao fazer aquela palhaçada no dia 25?
A quem interessa denegrir não somente a imagem dos Agentes de Segurança Penitenciário generalizadamente não buscando de forma imparcial e profissional os verdadeiros profissionais com desvios de conduta como toda corporação policial faz? Seria uma manobram de algum ou de alguns de dentro do próprio gabinete da SEAP, com o intuito de alegar que estes profissionais citados que orquestram profissionalmente suas atribuições, parecendo nesta atitude do ultimo dia 25, que não tem capacidade de gerir a nova Secretaria de Administração Prisional, cito como exemplo a busca por atenção de alguns no fato que ocorreu  num debate tão banal que foi a confecção da nova identidade funcional, onde um assessor gerou polêmicas de toda forma indo contra um colegiado,  procurando afrontar em todo momento? Será que busca-se militarizar a alta Cúpula da SEAP? Eis uma pergunta que não se cala.
         Termino dizendo uma frase da musica "Cuidado do Frejat, da banda Barão Vermelho”:
Com quem você anda?
Com quem você vive?
Com quem você fica?
Com quem você se envolve?

Cuidado
Cuidado
Se não você dança (2x)

Cuidado

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